Os sintomas iniciais da gravidez

O início da gravidez, para algumas mulheres, às vezes passa despercebido. Isso porque os sintomas iniciais podem ter ocorrido anteriormente por outros motivos, como alterações hormonais, TPM, perda ou ganho de peso, infecções e interações medicamentosas.

O principal, que geralmente acende a dúvida e é o ponto de partida para a descoberta, é o atraso menstrual, mas muitas mulheres não são “reguladas” e, para elas, esse não é um sintoma exclusivo da gravidez.

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O turbilhão de hormônios desse período é responsável por outras ocorrências como inchaço, dores nos seios e escurecimento dos mamilos, náuseas, fadiga, desejos e variações de humor, que mudam de mulher para mulher.

Para se preparar para a chegada do bebê, o corpo passa por muitas mudanças físicas, que também influenciam e são responsáveis pelo aparecimento de cólicas, sangramento leve, aumento da frequência urinária, dores de cabeça e tonturas. Bem parecido com uma TPM, não?

É importante lembrar que os sintomas listados não indicam obrigatoriamente a chegada de um novo membro na família, mas acendem o alerta. Apenas o exame específico indicado pelo seu ginecologista pode detectar com precisão.

Cuidados com medicamentos na gravidez

O uso de medicamentos no dia a dia é cada vez mais comum, seja para tratar e controlar doenças ou para fins estéticos, como perder peso. Porém, é preciso tomar muito cuidado ao utilizar remédios durante a gestação.

Os médicos desaconselham o uso de medicamento por parte das grávidas porque os efeitos colaterais podem levar a sérios problemas para o bebê. Durante os três primeiros meses da gestação, os riscos são maiores e pode acontecer uma má formação congênita.

Mesmo nos meses seguintes de gravidez ainda é perigoso utilizar remédios que possam influenciar diretamente no crescimento do feto. Nos momentos que antecedem o parto, as mamães podem ter complicações e dificuldades para dar à luz, também devido ao uso de medicamentos.

Estudos recentes apontam que alguns tipos de antidepressivos trazem mais riscos de má formação congênita, mas somente um médico poderá avaliar se a gestante poderá ou não fazer o uso de qualquer tipo de medicamento, levando em conta os riscos para o bebê e possíveis benefícios para a mãe.

Antes de decidir tomar qualquer tipo de remédio durante a gestação, converse com o seu obstetra. Evite sempre se automedicar, mesmo que o remédio em questão possa parecer inofensivo.

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